O conhecimento está no networking

Entrevista com José Salibi Neto, ex-HSM e agora fundador da G2S, que está lançando o Livro “Gestão do Amanhã”. Confira na íntegra: Projeto Draft

As mães sempre tiveram razão: andar com as pessoas certas é decisivo. Quem diz é José Salibi Neto, 58, um dos homens que fundou a plataforma de conhecimento sobre gestão HSM (pioneira em educação executiva no país). Agora, depois de 30 anos, ele muda de curso para criar a G2S, ao lado de Sandro Magaldi, empresa que pretende ser advisor de organizações que precisam entender os rumos para passar pela transformação digital. “É essencial andar com pessoas de vanguarda. O conhecimento está muito no networking, na troca”, diz.

E, acredite, ele sabe do que está falando. Ao longo de toda sua trajetória profissional, ele diz, sua “grande missão” foi se conectar com pessoas, entender para que lado a gestão e os negócios estavam evoluindo e promover eventos e palestras para levar esse conhecimento aos maiores líderes da economia brasileira. Neste processo, incrementou tanto a própria rede de contatos que virou camarada de “gurus” da gestão Peter Drucker e Jim Collins, além do empresário (e homem mais rico do Brasil, vale lembrar) Jorge Paulo Lemann.

No próximo dia 15, Salibi lança seu segundo livro, Gestão do Amanhã, escrito em parceria com Sandro Magaldi.

Salibi prepara o lançamento de seu novo livro, Gestão do Amanhã, escrito a quatro mãos com Sandro, seu sócio. Ali, investiga o impacto da revolução digital nas empresas, que se transformam em plataformas digitais de negócios, e defende que os líderes precisam ser mais cientistas. “Aquela torre de onde os líderes delegavam não existe mais.”

Com a ascensão de conceitos como nanotecnologia, inteligência artificial e neurociência, Salibi alerta que a complexidade da realidade e do mundo dos negócios aumenta de forma exponencial. “Essas ciências integram cada vez mais a gestão. Os líderes, hoje, precisam entender quase tanto quanto os criadores, os cientistas”, diz. E lembra que quem ignorar tendências tão claras pode pagar um preço bem alto: “Nunca as empresas desapareceram ou ficaram irrelevantes tão rapidamente.”

Se as organizações e a gestão mudaram, adivinhe? A carreira também virou outra história. “A empresa não é mais garantia para ninguém. É preciso assumir a responsabilidade pela própria evolução, permanecer faminto por conhecimento, por se desenvolver. Temos que ser protagonistas.” Assim, em meio a uma ambiente em franca transformação, a habilidade profissional que ele considera mais relevante é uma velha conhecida: a curiosidade.

 

“Na hora de contratar, seja para um cargo inicial ou para a cadeira de CEO, se a pessoa não tiver a habilidade de ser curiosa, ela terá um problema sério.”

 

 

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