Desejo de Autenticidade: 4 Dicas para Você explorar

Nós temos Desejo de Autenticidade. Um tema autoexplicativo… Mas, será mesmo?

É muito comum vermos pessoas preocupadas com a própria imagem. Não diria que é uma preocupação desnecessária, mas, excessiva sim. Aí eu insisto na tecla.

O cuidado em mostrar pessoas bonitas, em focar na beleza, em selecionar modelos e sorrisos atraentes… Como se o mundo fosse não passasse de um desfile, e a peça de comunicação apenas como uma página no meio dessa fantasia toda. A exigência em acrescentar uma plasticidade na marca como se a beleza visual beirasse as estátuas gregas e fosse o mais fiel reflexo de um público consumidor.

Enxerga a loucura nisso tudo?

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Não estou dizendo que nós, público, somos feios… por favor, abaixem as armas. O que eu quero dizer é que não somos manequins em uma vitrine. E isso é legal! Não somos perfeitos. Se engana quem acha que é. E é essa imperfeição que adiciona graça em toda a história e ao game.

Mas, enfim… se temos uns quilinhos a mais, se andamos descabelados ou se perdemos o horário quase todos os dias. Como podemos nos identificar com uma pessoa esbelta, toda arrumadinha e que se levanta antes do despertador tocar?

Pensamos “legal, bacana, mas não sou essa pessoa”. Resposta óbvia: esse material não conversa comigo.

Nós temos um desejo natural de autenticidade, de ver algo que é real, principalmente quando estamos falando sobre consumo. E isso…. ah isso gera maior identificação com a marca. E mais, gera reciprocidade, pois sentimo-nos representados. A propaganda se aproxima da realidade, quando não pura e simplesmente a expressa. Uma foto instantânea, não um quadro.

São várias as referências de campanhas que fizeram bom uso desse desejo, como o caso da campanha “Dove Real Beauty Pledge”.

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A marca precisa “ser legal”, não “parecer legal”. São duas coisas completamente diferentes. Uma aproxima, a outra cria uma barreira.

E nessa conversa toda de autenticidade, aí vão algumas dicas para te ajudar nessa busca por expressar a realidade. “A busca por expressar a realidade”… parece até drama de Hollywood rs.

 

Inclua seus clientes

Convide seus clientes para contarem suas próprias histórias. Logo de cara você já foge da formalidade de fotos com um estilo de vida fictício. Você pode incluir clientes procurando por produtos na loja, interagindo com um vendedor, comprando ou apenas usando o produto de maneira social. Simples, pessoas reais fazendo coisas reais. Sua marca no convívio do público, que é onde ela realmente está inserida.

Concentre-se na história

Independente de qual seja o produto ou serviço, pense na história que está tentando contar com suas imagens e como você pode reforçá-la. Você pode interagir com o público, identificar suas objeções e responder a uma pergunta específica. Uma imagem só conta uma história quando ela tem um significado maior do que um rosto sorridente.

Defina a emoção

Nem sempre a felicidade é a principal opção pela qual o público se conecta com a sua marca. Por exemplo, às vezes pode ser por meio do medo de algum perigo (mães que precisam proteger seus filhos) ou simplesmente esperança de construir um futuro melhor. Identifique quais são as emoções comuns em seu público e então traga-as em sua linguagem de comunicação ou em outras formas de abordagem.

Pense no final do jogo

Qual a ação que você precisa que se o seu público tome? Que ele compre? Que procure se informar mais a respeito do produto? Que tenha uma visão diferente sobre a sua empresa? Quando você define seu objetivo principal, as imagens podem ser melhor selecionadas. É o caso de que um benefício específico pode trazer mais resultados do que explorar o produto por completo. A abordagem sobre uma experiência pode trazer mais tráfego e aproximar a conversa com o seu público do que simplesmente mostrar o uso do produto.

 

Autenticidade dá mais poder à sua história. Seja em imagens, em palavras ou depoimentos. A conexão é maior.

Realize pesquisas com o seu público, se imagine no lugar do seu cliente e abuse da empatia.

Enfim se aproxime deles, não apenas na comunicação, mas muito além dela.

 

ARTIGO VIA: MULTI CHANNEL MERCHANT

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